<$BlogRSDUrl$>

Seminário do Bom Pastor comemora 40 anos de fundação 

Num domingo, 17 de Abril de 2016,
em que a Igreja celebrou a festa do Bom Pastor, o Seminário do Propedéutico com o mesmo Padroeiro comemorou 40 anos de existência. A data foi marcou a missa solene que o Bispo emérito de Benguela, Dom Óscara Braga, presidiu no ondjango do Seminário Maior de Teologia, em Benguela.
A celebração juntou os seminaristas das actuais três secções do Seminário de Benguela, nomeadamente o Propedéutico, Filosofia e Teologia; bem como as respectivas direcções incluíndo a direcção do Seminário Saletino representada pelo padre Venâncio Nunda.
O Seminário do Bom Pastor em Benguela foi fundado por Dom Óscar Braga em 1976. Na altura, como referiu o Bispo emérito, "tudo começou com pequeno grupo de rapazes que procuravam servir o povo de Deus". Assim, "se lançou a semente e aos poucos foi crescendo e hoje são muitos, graças a Deus", disse Dom Óscar Braga. O Prelado lembrou quando pensou fundar o Seminário em Benguela, estava convicto de que a instituição para toda a Igreja: "o Seminário que começámos não seria só a Igreja de Benguela, mas da Igreja", referiu o Bispo que, seguida apelou aos seminaristas que durante a sua formação "criem disponibilidade de serviço ao povo de Deus em qualquer lugar onde forem enviados".

Novo Reitor do Propedéutico

A Secção do Propedéutico do Seminário do Bom Pastor tem agora um novo reitor. Trata-se do padre José Dias Tumoma, do Clero de Benguela, que substituiu o padre José Andrade que exerceu as funções durante 11 anos. O novo reitor tomou posse no dia 6 de Abril deste ano de 2016 numa missa presidida na capela do Seminário, pelo Chanceler da Cúria, padre Geraldo Amândio Ngunga.
Com o padre José Dias, formam agora a direcção do Seminário do Propedéutico os padres Pedro Hoka, director espiritual; e Alberto "Triguinho", prefeito.
O novo Reitor, padre José Dias Tumoma tem 41 anos de idade e é licenciado em Engenharia e Mestre em Gestão, sendo também professor nos cursos de Engenharia Industrial e Ambiental no Instituto Superior Católico de Benguela, Centro do Luongo-Catumbela.

Morreu a Irmã Teresa Dinis 

A Irmã Maria teresa Dinis faleceu na sexta-feira, 15 de Abril deste ano de 2015, no hospital central de Benguela, vítima de doença. A religiosa sempre sorridente era membro da congregação das Irmãs do Santíssimo Salvador e nos últimos meses estava colocada na comunidade da Santa Cruz, uma nova casa situada no Cavaco em Benguela.
Teresa Dinis nasceu em Benguela a 15 de Maio de 1948, baptizada na Missão da Nazare. Com 16 anos de idade, conheceu as Irmãs do Santíssimo Salvador que na altura eram missionárias no hospital central de Benguela, tendo iniciado com elas uma experiência inicial do seguimento da vida religiosa.
Em 1967, já com 19 anos, seguiu para Portugal onde, no Vale de Santarém faz o postulantado e o noviciado. Ali faz a primeira profissão religiosa a 1 de Agosto de 1970. Regr
essando a Angola nesse ano, a jovem religiosa é colocada na casa do Lar dos Pequeninos, na Missão do Cuando-Huambo, onde trabalha de 1970 a 1975. Volta a Benguela nessa altura e a 17 de Março de 1976, faz a profissão perpétua na Missão da Nazaré em Benguela.
De 1979 a 1982 exerceu as funções de secretária provincial; tendo ainda exercido cargos de mestra de noviças de 1989 a 1994, assistente geral da congregação em França de 1994 a 2007. Regressou para Angola em 2007 e a partir deste ano foi superiora da comunidade do Abrigo da Infância em Benguela até 2014, ano em que foi transferida para a Missão do Cuando. Por causa da saúde, veio para a comunidade da Santa Cruz, a 6 de Fevereiro de 2016, onde passou os últimos dias de vida.
PAZ À SUA ALMA.

Benguela acolhe encontro de casais jovens de Angola 

O segundo encontro nacional de casais jovens realizou-se na Diocese de Benguela, de 7 a 10 de Abril. Casais jovens de todas as dioceses do País reuniram-se no Centro de formação profissional do Luongo - Município da Catumbela, onde debateram vários temas relacionados com a vida familiar, no âmbito da pastoral da família. Sob o lema "o amor de Cristo para com a Igreja como modelo do amor dos cônjuges", os casais participantes e outros convidados ouvir

am exposições de temas importantes que proporcionaram debates que enriqueceram a todos.
O padre Eduardo Alexandre, em representação do Bispo da Diocese de Benguela, dom Eugénio Dal Corso, que se encontra em Itália, fez as honras da casa e acompanhou os trabalhos.
Dos expositores presentes, entre leigos e padres, estiveram também os bispos Dom Francisco Viti, Arcebispo emérito do Huambo, e Dom Emílio Sumbelelo, Bispo do Uíje. 
A organização do evento foi promovida pela Conferência Episcopal dos Bispos de Angola, cuja preparação coube à Comissão Diocesana da Pastoral da Família de Benguela.
O encerramento aconteceu no domingo dia 10, com a celebração da missa presidida na Sé Catedral de Benguela por Dom emílio Sumbelelo. Este foi o segundo encontro nacional de casais jovens e o primeiro que aconteceu na diocese de Benguela.

Paróquia do Pópulo recebe novo pároco 

A paróquia de Nossa Senhora do Pópulo recebeu neste domingo, dia 3 de Abril, um novo pároco. Trata-se do padre Gaudêncio do Rosário Sangando, de 49 anos de idade.
O sacerdote tomou posse numa eucaristia presidida na igreja paroquial pelo Vigário Geral da Diocese, padre Eduardo Alexandre. A comunidade do Pópulo mostrou-se satis
feita e acolheu com gratidão o novo pároco. Foram também apresentados dois vigários paroquiais, nomeadamente, os padre Antoinne e Tchivanje.
O novo pároco agradeceu a confiança do Bispo da Diocese e o seu superior provincial por lhe terem confiado a histórica paróquia mãe de todas as paróquias de Benguela. No seu primeiro discurso, o padre Gaudêncio apelou aos fiéis o empenho na renovação pastoral, sobretudo na aposta à catequese.

Bispo emérito pede que católicos saibam perdoar 

O Bispo emérito de Benguela, Dom Óscar Braga, defendeu, neste domingo de Páscoa, que os católicos devem ser cristão que vivem o perdão. O Prelado falava aos fiéis da comunidade quase-paroquial de santa Josefina Bakhita, nos arredores de Benguela, onde presidiu à missa da solenidade da Páscoa.
O Bispo emérito de Benguela explicou o sentido da Páscoa como acontecimento de Jesus que mostrou o perdão e o amor de Deus para com o homem pecador. “Cristo perdoou os pecadores e aqueles que lhe estavam a fazer o mal, ele disse: “Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem. Se Cristo perdoou, também nos perdoa a nós. Mas nós nem sempre sabemos perdoar os que nos fazem o mal. Tu que não sabes perdoar o teu irmão como é que queres o perdão de Deus”, disse Dom Óscar.
Defendeu que “precisamos de ser cristãos e pessoas de oração, pois Deus aceita a tua oração. Temos de saber como perdoar, porque os que não acreditam, os pagãos também perdoam. Mas há diferença entre o perdão do crente e o perdão do pagão”.
Dom Óscar disse que “Cristo com a sua ressurreição renovou a nossa vida para sempre. Então a Páscoa tem mudar a nossa vida. É isto que devemos testemunhar. Assim como os discípulos testemunharam o ressuscitado, nós temos o dever de testemunho de tudo o que Deus quer”.
Olhando para a juventude, o Prelado falou do exemplo dos discípulos que correram para o túmulo de Jesus: “eu dou um conselho aos jovens: respeitem os mais velhos. Quando não respeita os mais velhos, não respeita a Deus nem a ti mesmo”, aconselhou.

No fim da sua homiliar, Dom Óscar concluiu que “nunca devemos desconfiar de Deus que ensina tudo. Por isso, queridos cristãos, devemos guardar as lições da semana santa: Cristo está vivo, ele nos ama”.


Celebrações pascais na Semana Santa 

Os cristãos de Benguela começaram esta Semana Santa com a celebração do domingo de ramos, como em toda a Igreja Católica, segundo os horários das comunidades paroquiais. Em toda a Igreja universal, o domingo de ramos dá início à semana maior do ano litúrgico, para celebrar a Páscoa da Ressurreição.
O nosso boletim foi ao encontro da comunidade paroquial do Divino Espírito Santo, no Bairro da Massangarala em Benguela, para testemunhar a celebração dos ramos e a eucaristia paroquial. A partir de uma escola, cerca de 300 metros até à igreja, recentemente inaugurada, os fiéis caminharam cantando "hossana ao filho de David". Todos com os ramos nas mãos foram caminhando para a celebração da eucaristia solene presidida pelo pároco, padre Raimundo Quintas Alberto.
O apelo do pároco foi no sentido de pedir ao paroquianos que "ninguém falte nas celebrações desta semana".
A Semana Santa em Benguela vai ser marcada pelas grandes celebrações na Sé Catedral. Já terça-feira, e por razões pastorais, vai realizar-se a Missa Crismal com a renovação das promessas sacerdotais e bênção dos santos óleos. O Tríduo pascal irá celebrar-se como é já tradição na cidade espiscopal, com todas as cerimónias que lhe são características presididas pelo Bispo da Diocese.

Diocese de Benguela está de luto 

Morreu o Rev. padre António Miapya, hoje dia 3 de Março de 2016, pelas 11h, no hospital central de Benguela, vítima de doença.
Padre António Miapya é filho de Manuel Viasnda e de Leonor Mbule. Nasceu a 9 de Outubro de 1967, na aldeia de Lomunu, Município da Ganda. Baptizado a 7 de Novembro de 1967, na Missão Católica da Ganda e crismado a 22 de Maio de 1982, na Paróquia da Ganda.
Foi ordenado sacerdote, por D. Óscar Braga, 31 de Agosto de 1996, no Santuário de Nossa Senhora da Graça, em Benguela.
Entrando ao serviço da Diocese de Benguela nesta data, exerceu entre outras as funções de:
Vigário paroquial e depois pároco do Bocoio;

Pároco da Baía-Farta e até à data da sua morte exercia as funções de pároco do Alto Catumbela.

QUE A SUA ALMA DESCANSE EM PAZ.

Ordenado padre para missão no Lwena 

O diácono Alberto Ilídio Capewa Quintas, da Diocese de Benguela, foi ordenado sacerdote no domigo, dia 7 de Fevereiro de 2016, na paróquia do Sagrado Coração de Jesus do Lobito, sua paróquia e terra natal.
A ordenação foi presidida pelo Bispo da Diocese, Do, Eugénio Dal Corso, ladeado pelo Vigário-Geral, padre Eduardo Alexadre, entre outros sacerdotes. O novo sacerdote recebu as ordens sacras antes de ir como missionário para a Diocese do Lwena, onde irá juntar-se em Março próximo a outros sacerdotes de Benguela em missão naquela diocese.
Alberto Ilídio fez o estágio diaconal na Missão do Bocoio, com o padre Quintino Kalianguila. Nascido a 22 de Outubro de 1987, no Lobito, o neo-sacerdote fez a sua formação no Seminário Maior do Bom Pastor, em Benguela.
Devido ao pedido do Bispo de Lwena de padres de Benguela para trabalhar naquela diocese como missionários fidei donum, Alberto Ilídio ofereceu-se para essa missão, o que motivou Dom Eugénio a ordená-lo antes dos outros diáconos do seu grupo.
Com o seu envio para Moxico são já quatro padres de Benguela a trabalhar na Diocese de Lwena. Entretanto, o Bispo de Benguela recebeu também um pedido do Cardeal Dom Arlindo Gomes Furtado, Arcebispo de Santiago de Cabo-Verde para o envio de dois padres de Benguela para trabalhar em missão fidei donum naquela diocese. Esse pedido espera por padres que se ofereçam para essa missão e Dom Eugénio pedio ao clero diocesano de Benguela disponíveis para abraçar este projecto.

Irmãs Catarinas têm nova Superiora Geral 

Nova Superiora Geral eleita (no centro) e o seu conselho
As Irmãs de Santa Catarina de Sena elegeram a nova superiora geral da Congregação e novo conselho, no dia 23 de Janeiro de 2016. A eleição decorreu durante o capítulo que está a realizar-se no Cavaco em Benguela de 18 a 29 de Janeiro. 
A eleita foi a Irmã Rosalina Beta Nembombo Walima (ver foto no centro), que até agora exercia o cargo de superiora da comunidade de São José em Luanda e era directora da escola do ensino primário e I Ciclo de São José, na mesma comunidade.
A religiosa nasceu no Município da Catumbela, a 30 de Junho de 1968. Fez a licenciatura em Ciências Religiosas pela Universidade de S. Dâmaso de Madrid-Espanha, de 2003 a 2008, e é Mestre em Ciências  da Educação. Emitiu os votos temporários  na Congregação das Irmãs de Santa Catarina de Sena, aos 22 de Agosto de 1991; e os votos prepétuos aos 22de Agosto de 2000.
Outros membros do Conselho Geral são as Irmãs Fatima Nguvulu (Vigária Geral), Madalena Valeta, Joaquina Inês e Irmã Benvinda Cassambo.
A nova superiora geral disse que espera um mandato de serviço segundo o espírito e o carisma da Congregação, seguindo a voz de Cristo que veio para servir e não para ser servido. “Vamos procurar perceber esta missão a partir de Cristo. Ele é o modelo”. Procuraremos na medida do possível e com a graça de Deus servi-lo na pessoa das nossas irmãs”.

A religiosa espera tomar posse nos próximos dias, sem ainda adiantar uma data concreta de início de funções. A madre substitui no cargo a Irmã Natália Wandi que, durante seis anos conduziu a Congregação.

Massangarala fechou 2015 com inauguração da nova igreja 

Foi no dia 23 de Dezembro, nas vêsperas do Natal de 2015. Os cristãos da comunidade paroquial do Divino Espírito Santo, no Bairro da Massangarala em Benguela, inauguração a sua nova igreja paroquial com a bênção e a dedicação do altar.
A missa foi da bênção foi presidida pelo Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso ladeado por Dom Óscar Braga. O momento foi de grande alegria e festa aos fiéis da Massangarala que se empenharam, animados pelo seu pároco padre Raimundo Quintas Alberto. Depois de 8 meses de obras de remodelação quase total da antiga estrutura, a nova construção apresenta-se mais moderna, ampliada e o presbitério alterado na totalidade. A configuração da igreja também mudou. A entrada principal passou para a parte que na estrutura antiga estava o altar e acrescentou-se um grande coro, uma abóbada e uma sacristia em duas (dos padre e dos acólitos separadas apenas por uma divisória).
O Bispo motivou os fiéis e felicitou pelo trabalho realizado em tão pouco tempo. Durante a sua homilia, Dom explicou o sentido do tempo e a importância da dedicação do altar.
Já o pároco, padre Raimundo Quintas, agradeceu o apoio dos paroquianos e a ajuda de todas as pessoas que contribuiram para concretizar o seu sonho. Explicou o início do projecto que ele apresentou aos fiéis e reconheceuo empenho e sacrifício de todos para dignificar o templo que agora está ao serviço de todos.
O padre Raimundo Quintas tomou posso como pároco da Massangarala em Dezembro de 2014, substituindo o padre Cirilo Soma de quem fora vigário paroquial durantes 6 meses.

Ano Santo da Misericórdia foi hoje aberto em Benguela 

O Bispo de Benguela, Dom Eugénio Dal Corso, abriu neste domingo, 13 de Dezembro de 2015, a porta santa do Jubileu da Misericórdia na diocese. O Prelado proclamou junto à porta santa da Sé Catedral o Jubileu da Misericórdia, diante de várias dezenas de sacerdotes e cerca de mais de 500 fiéis. Em seguida, o Bispo abriu a Porta Santa, caminhando para o altar com o Evangeliário.
A procissão solene partiu do Centro Católico pelas 9.30m da manhã, formada por sacerdotes, religiosas de vida consagra e leigos responsáveis de movimentos. No átrio da igreja catedral estiveram os fiéis representantes de todas as paróquias que acolheram a procissão aclamando com cânticos "a porta santa da misericórdia".
Depois da abertura da Porta Santa, Dom Eugénio pediu que todos entrassem na igreja catedral pela mesma porta.
Já durante a eucaristia, Dom Eugénio pediO Santo Padre insiste que neste ano da misericórdia cada um de nós é convidado a experimentar a misericórdia de Deus", disse o Bispo.
u que este ano da misericór
dia fosse vivido no pleno cumprimento do apelo do Santo Padre Francisco. "
Na sua homilia, o Bispo pediu que cada experimente neste ano "o perdão de Deus, sentir que Deus nos abraça. Continuemos e reforcemos esta experiência do perdão de Deus". 
Dom Eugénio quer que todos "sejamos instrumentos da comunicação da misericórdia de Deus aos nossos irmãos", para desta forma "partilhar com os nossos irmãos as graças da misericórdia". Por isso, pediu mais generosidade da Caritas ao longo deste ano: "exorto às cáritas das nossas paróquias para que organizem o apoio aos nossos irmãos ao longo do ano, para partilhar. Peço encarecidamente também à nossa caritas diocesana para organizar esta partilha", disse.
O Prelado quer ainda que os cristãos se empenhem no combate à corrupção nas instituições e na sociedade em geral. "Devemos lutar contra a corrupção a todos os níveis. Não exigir nada mais, nos hospitais nada mais do que o necessário. Não vender mais o sangue que é doado. Tem de desaparecer a corrupção. Não exijais mais do que aquilo que vos foi prescrito".
Na Diocese de Benguela, além da Porta Santa da Sé Catedral, Dom Eugénio indicou outras duas: a porta santa do Santuário Diocesano de Kakunja, no Município do Bocoio e a porta santa da Missão do Cubal. Para a abertura destas portas Dom Eugénio nomeiou o Bispo emérito Dom Óscar Braga, para presidir à celebração na Missão do Cubal, e o Arcipreste do Bocoio, padre Quintino Kalianguila, para abrir a porta santa do Santuário de Kakunja.

Assembleia diocesana 2015 

A Diocese de Benguela está reunida em Assembleia pastoral desde 24 até 27 de Novembro de 2015. A jornal é um evento anual que a Igreja de Benguela realiza todos os anos para avaliar as actividades pastorais realizadas ao longo do ano que termina e perspectivar o programa pastoral do ano seguinte.
A Assembleia reune todos os agentes de pastoral da Diocese: sacerdotes, religiosas e religiosos consagrados e fiéis leigos representantes dos movimentos e organismos pastorais diocesanos e paroquiais. 
O local habitual da reunião é o Seminário Maior de Filosofia do Bom Pastor, na cidade episcopal.
No dia de abertura, 24 de Novembro, o Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso, anunciou aos presentes o significado do encontro, que sintetizou em três pontos: 1º) reflectir sobre o tema central que é prioridade da CEAST: "tornar a paróquia centro da nova evangelização"; 2º) a preparação e vivência do Primeiro Congresso Eucarístico Nacional; e, 3º) reflectir sobre o Jubileu da Misericórdia, proclamado pelo Santo Padre Francisco para o ano 2016.
O Prelado referiu ainda que seria instrumento de reflexão e de trabalho a Mensagem dos Bispos de Angola sobre "a paróquia centro da evangelização" para introduzir nos participantes as linhas programáticas da vivência da fé no próximo ano de 2016.
O primeiro dia ficou marcado pela tradicional leitura dos relatórios das comissões diocesanas, seguindo-se, nos restantes dias, a exposição e o debate dos temas agendados. 
As conclusões serão anunciadas no último dia, 27 de Novembro, em que também se fará o encerramento da Assembleia com a eucaristia solene presidida por Dom Eugénio Dal Corso
.

Juventude Católica: todos os caminhos foram dar ao Cubal 

A juventude católica de toda a Diocese de Benguela reuniu-se no Município e Arciprestado do Cubal para as celebrações da festa do Cristo Rei, neste domingo, dia 22 de Novembro de 2015. 
Os jovens de todas as paróquias e pró-paróquias responderam ao apelo da comissão diocesana da juventude, que tem como presidente o padre Miguel Kangue, para cumprir o programa previamente definido no início do ano pastoral, de que o Cristo Rei deste ano de 2015 seria celebrado no Cubal. Os jovens são acompanhados pelos seus responsáveis, padres e irmãs, que trabalham na pastoral juvenil das paróquias.
Na cidade episcopal, os Bispos celebraram a solenidade de Cristo Rei nalgumas comunidades paroquiais. O Bispo da Diocese Dom Eugénio Dal Corso celebrou na paróquia de Nossa Senhora dos Navegantes, no sábado anterior, onde deu o sacramento da confirmação a mais de 400 fiéis. O Pastor da Diocese presidiu, neste domingo de Cristo Rei, à eucaristia juvenil no Cubal. Já o Bispo emérito, Dom Óscar Braga, escolheu a paróquia de Santo António, no Bairro da Fronteira, onde presidiu à eucaristia da solenidade, que marcou a sua primeira celebração nesta comunidade, desde que a nova igreja paroquial foi inaugurada em 2013.

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE A NÃO EXPANSÃO DO SINAL DA RÁDIO ECCLESIA A TODAS AS DIOCESES DE ANGOLA 

Aos
Sacerdotes, Religiosas e Religiosos
Fiéis leigos, homens e mulheres de boa vontade

Amados irmãos e irmãs em Cristo
A Rádio Ecclesia, Emissora Católica de Angola, desde a sua fundação a 8 de Dezembro de 1955, sempre emitiu para todo o país em Ondas Curtas, Médias e Frequência Modulada até ao dia em que foi forçada a suspender as suas emissões, depois dos tristes acontecimentos do 27 de Maio de 1977. Em 25 de Janeiro de 1978, foi decretada a sua extinção pelo então governo da República Popular de Angola, tendo todos os seus bens sido confiscados e nacionalizados.
Desde a sua reabertura, no dia 19 de Março de 1999, os Bispos da CEAST, os fiéis católicos e todos os ouvintes da Rádio Ecclesia alimentaram a esperança de voltar a escutar as emissões da Ecclesia em todo o país em Ondas Curtas, Ondas Médias e Frequência Modulada. Infelizmente, aquando da devolução da Rádio Ecclesia ao legítimo proprietário, a Igreja Católica, os equipamentos (estúdios e emissores) estavam obsoletos e danificados o que impossibilitou a retoma das emissões em Ondas Curtas e Medias, mesmo se o alvará provisório, então concedido pelo Ministério da tutela, contemplava as referidas frequências. Foi assim que os Bispos da CEAST encarregaram a direcção da Emissora Católica a trabalhar no sentido de tornar possível do sinal da Rádio Ecclesia a todo o país. De imediato, a direcção da Rádio elaborou o conhecido “Projecto de Expansão do Sinal da Rádio Ecclesia”, que contemplava a instalação de emissores (repetidores) de FM nas 17 dioceses do país, incluindo os “mini” repetidores a instalar em vários municípios, para garantir a cobertura total do território nacional.
O referido projecto foi apresentado ao Ministério da Comunicação social e ao INACOM para o devido licenciamento dos emissores e a respectiva atribuição de frequências. No ano de 2001, foi concluído o projecto com a instalação de emissores e estúdios em todas as Dioceses de Angola.
Concluído o projecto, a Direcção da Rádio Ecclesia comunicou ao Ministério da Comunicação Social e ao INACOM a sua intenção de iniciar as emissões a nível nacional, solicitando mais uma vez a devida autorização. Como resposta, em carta de 24 de Maio de 2001, o Ministério da Comunicação Social comunicou que se devia aguardar pelo devido licenciamento, pois o assunto estava a ser já tratado pelas instâncias de direito a nível do Governo.
De então para cá, iniciou-se a longa espera. Não faltou a troca de correspondência, encontros bilaterais, seja entre a Direcção da Rádio e o Ministério da tutela, seja entre a Direcção da CEAST e o Ministério da Comunicação e mesmo com o mais alto mandatário da Nação. Promessas e mais promessas. Razões e desculpas na faltaram: ora porque se estava elaborando a nova Lei de Imprensa, ora porque se estava aguardando pela regulamentação da referida Lei.
Passaram-se semanas, meses, anos! Aguardamos com paciência dispostos a cumprir as leis do país.
Para nosso espanto, ao longo destes anos, novas rádios privadas e uma estação de televisão entraram em funcionamento, emitindo não só localmente mas também a nível nacional e internacional. Entretanto, nunca quem de direito se dignou explicar-nos a razão do aparecimento destes novos órgãos de comunicação uma vez que a Lei de Imprensa continua por se regulamentar. Algumas perguntas se impõem: será que o suposto impedimento legal é somente para a Igreja Católica? Haverá outros motivos, além do imperativo legal por de trás desta atitude dos sucessivos governos do nosso país?
É de notar que o surgimento destas novas estações de rádio e de televisão, que apreciamos como positivos, levaram muitos dos nossos fiéis, ouvintes e amigos da Rádio Ecclesia a insinuar que a não expansão do sinal da Rádio Ecclesia se devia ao desinteresse dos Bispos da CEAST ou, pior ainda, a uma suposta divisão no Episcopado estando uns a favor e outros contra a expansão do sinal da Rádio Ecclesia a todo o país.
Reafirmamos, hoje, mais uma vez, que a não expansão do sinal da Rádio Ecclesia a todo o país deve-se única e exclusivamente ao reiterado adiamento do Executivo Angolano em conceder a devida licença solicitada há mais de 14 anos e sucessivamente reapresentada ao longo destes anos. Portanto, tudo depende da vontade política do Governo de Angola. Que o Executivo explique de forma clara e explícita aos Angolanos a razão pela qual continua a impedir a expansão do sinal da Rádio Ecclesia a todo o território nacional.
A CEAST considera que a actuação do Executivo nesta matéria – um peso e duas medidas – demonstra a falta de seriedade no tratamento de um dossier tão importante e a falta de consideração devida a uma instituição bimilenária e parceira privilegiada do Estado, como se costuma dizer, que de boa-fé confiou no Estado e nas leis do país.
Para a CEAST, a Rádio Ecclesia é um indispensável instrumento de evangelização e por isso mesmo necessário em todas as Dioceses. Por outro lado, os cristãos católicos no interior do país têm o mesmo direito que os de Luanda a ouvir a voz dos seus pastores.
No limiar dos 40 anos da nossa independência, quanto nos alegraria ver a nossa Rádio a transmitir para todo o país! Assim o desejamos, assim o esperamos e para isso continuaremos a trabalhar incansavelmente.

Luanda, 9 de Novembro de 2015
Os Bispos da CEAST




NOTA PASTORAL SOBRE OS 40 ANOS DE INDEPENDÊNCIA DA REPÚBLICA DE ANGOLA 

SAUDAÇÃO E RECONHECIMENTO
1. A vós, filhos e filhas da Nação angolana, Povo de Deus: Boas Festas pelo quadragésimo aniversário da Independência de Angola. O Senhor da paz nos conceda a paz em todo tempo e em todas as circunstâncias (cf. 2Tes. 3,16). Este acontecimento de incomensurável nobreza nos leva a erguermos as mãos, a inteligência e o coração em acção de graças a Deus Pai todo-poderoso, Senhor e Mestre da história que não abandona os seus filhos e chama todos os povos à libertação de todas as formas de opressão e à salvação plena.
2. Recordamos com gratidão todos os heróis que despertaram para as suas responsabilidades políticas, independentemente da origem racial, étnica, religiosa e ideológica, alguns dos quais são conhecidos e reconhecidos, muitos outros esquecidos e outros talvez ignorados, não obstante e de diversas maneiras, modalidades e percursos, se tenham sacrificado para que a Nação acedesse à Independência. De igual modo, não podemos deixar de reconhecer e encorajar a todos quantos, de corpo e alma, e de forma abnegada, continuam a dar o melhor de si para que Angola e os seus filhos assumam alegremente a consciência da sua dignidade e sejam sempre eles mesmos no concerto das nações.
MEMÓRIAS DA HISTÓRIA
3. Há quarenta anos que os angolanos com valentia e honra se livraram do jugo colonial e de toda a espécie de humilhação e exploração. Todavia, para a nossa amargura, a independência, sublime acontecimento, não trouxe, de imediato, a paz, o progresso e o desenvolvimento que sonháramos. Seguiram-se vários anos de uma guerra fratricida que semeou terror, mortes, violência, intolerância, exclusão, ganância, vinganças, separação de famílias, deslocações forçadas, fome, nudez e um desfile sem conta de actos desumanos que provocaram uma paralisia social, cultural, política, moral e económica, atrofiando drasticamente o desenvolvimento integral dos angolanos. É verdade que, para desembocar nesta situação, contribuíram as desconfianças entre os angolanos, a falta de diálogo, a exaltação do tribalismo, as rivalidades, a exasperação das diferenças ideológicas, bem como as interferências e ingerências externas. A Angola independente permanecia prostrada de tão ensanguentada e descaracterizada que estava! Marcas da história que moldaram, todavia, a nossa firmeza na esperança, na justiça e na paz.
COMPROMISSO E CONSTRUÇÃO DA PAZ
4. Temos consciência das dificuldades, contratempos e incompreensões que o processo de construção da paz teve. Contudo, com a cessação das hostilidades e o consequente processo de reconciliação nacional eis que surge uma nova Angola; eis que renasce o sorriso e a confiança no rosto dos angolanos. Era, em abono da verdade, a componente que faltava para completar a alegria pela Independência. Sim, com a paz foi possível nos reencontrarmos como irmãos, mantermos vivo o diálogo edificante, dinamizarmos a democracia e o consequente convívio na diferença, renovarmos e relançarmos as nossas bases valorativas e culturais, reconstruirmos as infra-estruturas que a guerra arrasara, permitindo viajarmos por toda Angola para redescobrir a sua beleza e a diversidade cultural dos seus povos e abrirmos as portas ao mundo para oferecermos o que somos e valemos: a nossa nobreza como povo.
5. Todavia, a paz e a reconciliação nunca são uma posse definitiva, mas uma tarefa e um horizonte irrenunciável que exige um trabalho nunca acabado. Por isso, estamos a aprender a renovar a nossa mentalidade, despindo-a de todos aqueles males e preconceitos que nos colocaram de costas viradas uns contra os outros; estamos a aprender a respeitar os direitos e a dignidade dos outros; estamos a solidificar a unidade nacional e a estimular o espírito patriótico; enfim, estamos a construir a verdadeira família angolana na diversidade e beleza do seu mosaico cultural. Para esta empresa Angola precisa de todos os seus filhos e filhas, sem exclusão nem discriminação de qualquer natureza que seja.
6. Neste contexto, cada um de nós, no quadro das suas competências, tem tarefas inadiáveis a cumprir para que os frutos da Independência sejam permanente e copiosamente saboreados por todos:          
• continuar a investir na reconstrução espiritual e moral de todos os angolanos, enquanto chave para o sucesso de todos os projectos de renovação socioculturais em curso, fazendo com que esta data seja comemorada por todos independentemente das suas cores partidárias;        
• trabalhar com afinco na criação de condições para que todos tenham o indispensável para uma vida dignamente humana, repartindo justamente por todos as mesmas oportunidades e os rendimentos que o país produz e, assim, diminuir o fosso profundo existente entre os extremamente ricos e os extremamente pobres, bem como despartidarizando o Estado e o emprego: afinal, à mesa do desenvolvimento todos somos convidados;
• incrementar e generalizar as escolas de base e os cursos técnico-profissionais e de alfabetização qualificados, para que, duma vez por todas, se vençam as trevas da ignorância e do obscurantismo que mantêm comunidades inteiras aprisionadas nas suas crendices opressoras e atrofiantes, lutando contra as disfuncionalidades do nosso sistema educativo para que os cidadãos assumam as competências necessárias para serem protagonistas do seu desenvolvimento;      
• garantir que todos os cidadãos tenham uma habitação condigna e que as infra-estruturas que se estão a realizar sejam de qualidade duradoira;
• Habituar-nos a colocar os interesses da Pátria acima dos interesses partidários, promovendo, desta forma, políticas da inclusão, da solidariedade e do reconhecimento do mérito, valorizando e priorizando, os quadros nacionais;           
• Fazer com que a agricultura de subsistência e o comércio rural e a retalho estejam prevalentemente nas mãos de nacionais, evitando assim a fuga de capitais;           
• melhorar a qualidade da nossa linguagem política, jornalística e artística, para que nos sintamos sempre mais irmãos e necessários para a construção e embelezamento da Pátria;           
• promover o direito à liberdade de consciência, reunião, livre associação, manifestação, expressão e informação, constitucionalmente garantidos, para que tenhamos cidadãos devidamente actualizados e avisados sobre os acontecimentos do País e do mundo, podendo assim exercer uma cidadania consciente, responsável e participativa;           
• criar condições, e onde se torne necessário, facilitar e incentivar os cidadãos a terem o seu Bilhete de Identidade;           
• encorajar todos os cidadãos e, de modo especial, os jovens a honrar a independência com comportamentos e atitudes nobres, tendo em conta que deles depende o bem estar da Nação;          
• enfim, salvaguardar a dignidade da nossa cultura de matriz cristã contra os fanatismos religiosos e contra alguns subprodutos culturais da globalização que procuram banalizar Deus, a vida e a família, com a importação de modelos estranhos à cultura do povo de Angola como, por exemplo, uniões de pessoas do mesmo sexo.
7. Deus Pai, que nos enviou seu Filho Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, e nos fortalece pela acção do Espírito Santo, nos mantenha sempre no seu amor e comunhão para que nos sintamos um só com Ele e com os nossos irmãos. Renovamos, por conseguinte, a consagração do nosso País ao Imaculado Coração de Maria, Mãe de Jesus, nossa Padroeira, para que continue a inspirar-nos sentimentos de fé, caridade, obediência, serviço e missão, para que os benefícios da nossa Independência possam favorecer sempre o crescimento harmonioso de todos e garantir a unidade e a reconciliação nacional, o progresso humano e social, a justiça e a paz. O porvir de Angola depende de todos os angolanos.
Mãe de Angola, rogai por nós.
Luanda, 9 de Novembro de 2015
OS BISPOS DA CEAST




Bispos reunidos em II sessão ordinária da CESAT 

Os Bispos de Angola e São Tomé reuniram-se em II sessão plenária, em Luanda, desde esta quarta-feira, dia 4 de Novembro, encontro que terminará no dia dia 10 deste mesmo mês. Os Prelados têm uma agenda que inclui a eleição do novo Presidente da CEAST para substituir o actual Presidente, Dom Gabriel Mbilingi, que já cumpriu dois mandatos.
Outro momento que marcará o encontro será a manifestão pública da posição da Igreja Católica sobre as comemorações dos 40 anos da Independência Nacional de Angola que, ao que tudo indica, será objecto de uma Nota Pastoral dos Bispos.
O Bispo de Benguela Dom Eugénio Dal Corso e o Bispo emérito Dom Óscar Braga estão presentes na Assembleia em Luanda.

Dia dos defuntos em Benguela 

Os cristãos da Diocese de Benguela viveram o 2 de Novembro, dia de oração pelos fiéis defuntos, com fé e oração manifestadas, pelo menos, nos principais cemitérios da Diocese. Como é tradicional, nas cidades do litoral, o Bispo da Diocese Dom Eugénio Dal Corso celebrou a missa em honra dos defuntos no cemitério da Camunda, de manhã, e à tarde no cemitério da estrada de Catengue. 
Do mesmo modo, o Bispo emérito Dom Óscar Braga celebrou a eucaristia de sufrágio das almas dos fiéis defuntos de manhã no cemitério da Catumbela e à tarde no cemitério da Camunda, em Benguela.
Centenas de fiéis acorreram a este lugar para prestar homenagem aos seus entes queridos rezando, depositando flores e pondo limpas as campas dos seus familiares. Assim se vi
veu o dia em que a Igreja inteira reza num só gesto de piedade pelas almas de todos os que nos antecederam na peregrinação deste mundo para a eternidade.

Irmãs Saletinas em Benguela estão em óbito 

Faleceu a Irmã Valentina Mita, religiosa da congregação das Irmãs Saletinas em Benguela. A religiosa morreu no dia 10 de Setembro de 2014, vítima de doença na Namíbia, onde se encontrava em tratamento.
A Irmã Valentina nasceu no Município da Ganda, Província de Benguela, a 30 de Abril de 1977. Aos 19 anos ingressou na comunidade das Irmãs Saletinas, iniciando depois o postulantado em 2003 e o noviciado no ano seguinte.
Fez a primeira profissão na mesma congregação a 21 de Julho de 2006, e os votos perpétuos a 22 de Julho de 2013. A Irmã Valentina trabalhava na comunidade da Kawanga, Município e Arciprestado da Ganda.

Que a sua alma descance em Paz.

Promaica em Benguela comerou 25 anos de existência 

A celebração do jubileu dos 25 anos de fundação da Promaica aconteceu em Benguela, no dia 23 de Agosto de 2015, com um conjunto de eventos comemorativos, na cidade episcopal. Mulheres vindas de quase todas as dioceses de Angola concentraram-se na capelinha de Nossa Senhora dos Navegantes, onde acamparam durante três dias, para viver o jubileu de prata do movimento.
A missa solene de encerramento foi presidida pelo Bispo de Lwena, Dom Jesus Tirso, que também é o assistente da Promaica pela Conferência Episcopal dos Bispos de Angola. Concelebrou Dom Óscar Braga, fundador do movimento feminino, estando ainda várias dezenas de
sacerdotes e religiosas de várias congregações.
Autoridades do Governo da província de Benguela fizeram-se representar, com destaque para o Governador da Província, Eng. Isaac dos Anjos, e o Administrador Municipal de Benguela, Dr. Leopoldo Muhongo.
Durante a cerimónia, várias homenagens foram feitas pelas mulheres que louvaram e agradeceram a Deus a caminhada feita e todas as realizações que aconteceram durante estes 25 anos de história de fé e de promoção da mulher na Igreja Católica.
O fundador, Dom Óscar Braga, foi reconhecido como pai e homenageado pelas mulheres; bem como as primeiras senhoras confudadoras.

Yakela Otchili retoma publicações 

Depois de algum tempo de interrupção das nossas publicações, por motivos diversos, é chegado o momento que, em breve, continuaremos a levar aos nossos leitores toda a actualidade relgiosa da nossa diocese da Igraja em Angola. Pelo tempo em que não chegavam notícias, pedimos desculpas pelos transtornos. Bem hajam e até breve.

Diocese recebe novos padres e diáconos neste domingo 

A Diocese de Benguela vive, neste domingo, dia 28 de Junho de 2015, a festa do sacerdócio com a ordenação sacerdotal de 8 novos padres e de 9 diáconos.
A cerimónia acontece na Capelinha de Nossa Senhora dos Navegantes, em Benguela, na manhã deste domingo. Preside à celebração o Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso, e concelebrar estão Dom Óscar Braga e numerosos sacerdotes. O Yakela Otchili vai acompanhar as cerimónias e actualizará a notícia à hora certa.

Benguela: Cristãos saem à rua no Domingo do Corpo de Deus 

Os cristãos de Benguela saem às ruas da cidade neste domingo, dia 7 de Junho, para comemorar publicamente em procissão a solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo, festa conhecida na Igreja Católica como "Corpo de Deus".
A tradicional procissão que marca o acto pelas ruas da cidade das Acácias Rubras parte da Igreja paroquial de Nossa Senhora do Pópulo e termina no adro da Sé Catedral. O Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso, preside à cerimónia que espera a participação de centenas de fiéis de todas as paróquias da cidade episcopal.
O evento é organizado pela Comissão Diocesana de Pastoral, na pessoa do seu presidente, padre Manuel Abel dos Santos, que já distribuiu as circulares orientadoras do trajecto que irá ser seguido do Pópulo à Sé, contendo também texto de meditação que os fiéis acompanham durante a caminhada.

Ordenação sacerdotal no Lobito 

Horácio Pascoal Manuel Chiwale, diácono da congregação do Espírito Santo em Angola, recebeu a ordenação sacerdotal no dia 31 de Maio, na Paróquia de São João Baptista do Lobito.
O novo sacerdote foi ordenado pelo Arcebispo de Malanje, Dom Benedito Roberto, pertencente também à mesma congregação que se deslocou a Benguela para presidir à cerimónia.

Horácio Pascoal nasceu no Lobito, a 8 de Abril de 1985 e foi baptizado na Paróquia de São João a 28 de Setembro do mesmo ano. A sua trajectória vocacional começou na sua paróquia de origem, tendo já muito cedo apanhado inclinação para o carisma espiritano. Depois de concluir o ensino geral no Lobito, de 2003 a 2005 frequentou o Seminário do Propedêutico em Malanje e, de 2005 a 2008 fez o curso de Filosofia no Seminário de Cristo Rei no Huambo. Depois de feito o postulantado e noviciado fez experiência missionária em várias missões da sua congregação em angola; e, de 2011 a 2014 frequentou o curso de Teologia no Seminário Maior de Cristo Rei, Huambo.

Juventude doreoteia em formação 

Líderes do movimento juvenil da espiritualidade de Santa Doroteia a nível de Angola reuniram-se em sessão de formação de dois dias em Benguela, nos dias 29 e 30 de Maio, no colégio das Irmãs Doroteias.

Os cerca de 20 jovens responsáveis pelos grupos da juventude doroteia vieram das dioceses de Benguela, Luanda, Lubango e Namibe. O encontro proporcionou momentos de reflexão e debate sobre vários temas dos quais se destaca “A influência dos Meios de Comunicação nos líderes juvenis”, exposto pelo director do Jornal Novo Rumo, padre Zeferino Capoco, no sábado dia 30.
Os jovens foram introduzidos no pensamento e orientações da Igreja sobre o fenómeno da comunicação social e os Media modernos. Para identificar as influências positivas e negativas, o ponto de reflexão foi a mensagem do Papa Francisco sobre o Dia Mundial das Comunicações Sociais para 2015, centrada na Família como lugar de comunicação.
A conclusão foi que os meios de comunicação modernos como a Internet e os seus vários dispositivos que constituem as redes sociais oferecem inúmeras vantagens para a evangelização e transmissão de valores culturais e morais quando são usados com critérios e sentido cristão, pois ajudam a alargar horizontes e a expandir e partilhar temas de formação cristã e evangélica entre usuários cristãos.

Dom Eugénio celebra aniversário e Benguela em festa 

PARABÉNS, DOM EUGÉNIO DAL CORSO.
Neste dia 17 de Maio, o Bispo de Benguela Dom Eugénio Dal corso celebra mais um aniversário natalício. O Prelado comemora 76 anos de vida e ao serviço da Igreja há mais de 50 anos. Dom Eugénio encontra-se de férias em Itália, sua terra natal, mas regressa à Diocese antes do fim deste mês de Maio.
Nesta mesma data, 17 de Maio, a cidade de Benguela está em festa comemorativa do 398 anos de fundação. Conhecida como a cidade de São Filipe, Benguela foi denominada da cidade mãe das cidades. Para assinalar a data, vários actos foram realizados. O destaque vai para a celebração da missa de acção de graças, realizada no jardim da Administração Municipal de Benguela, neste domingo, presidida pelo Vigário Geral da Diocese, Padre Eduardo Alexandre. A participar da eucaristia estiveram altas individualidades da Administração e do Governo de Benguela.

Núncio Apostólico pede mais evangelização da cultura em Angola 

No fim da sua missão em Angola e depois de anunciada a sua transferência para Honduras, o Núncio Apostólico, Dom Novatus Rugambwa concedeu, no dia 17 de Abril, uma entrevista ao Novo Rumo, Jornal de actualidade religiosa da Diocese de Benguela. O Núncio falou da sua experiência dos 5 anos em que esteve ao serviço da Santa Sé no nosso País, e defendeu que a Igreja aposte na evangelização da cultura e das mentalidades pouco cristãs. Nesta página publicamos o resumo dessa entrevista.

Novo Rumo – Sr. Núncio Apostólico, foram 5 anos ao serviço da Santa Sé em Angola e parte agora para uma nova missão. O que tem a dizer sobre este tempo?

NA – Foi um momento de muito empenho e muito trabalho. Sobretudo a Igreja local trabalhou muito e também cada fiel. Os bispos, sacerdotes, os leigos, crianças e jovens, todos trabalharam para que a obra evangelizadora possa continuar. E assim a missão de Cristo continue a ser realizada neste país.

NR – Durante este tempo houve necessidade da nomeação de novos bispos para algumas dioceses como Namibe, Ondjiva e Dumdo. Mas ainda há necessidade de mais novos bispos para outras dioceses…

NA – Sim, como é de costume, temos sempre necessidades dos que chegam a exercer o ministério sacerdotal, que ajudem as comunidades cristãs a crescer e cheguem a se fortalecer e também a empenhar-se ainda melhor segundo os métodos de evangelização para que a missão de Cristo possa ter frutos desejados.

E assim, as dioceses que acaba de mencionar são sinal disso mesmo. Temos que trabalhar com toda a Igreja, segundo o Direito Canónico e segundo a tradição eclesial, tivemos que trabalhar para obter novos pastores. Não somente nestas três dioceses, mas tivemos também o bispo auxiliar de Luanda e o bispo do Sumbe. É normal, porque a Igreja não pode ficar sem pastores. Por exemplo quando há necessidade de fazer divisão duma diocese como Benguela e Namibe ou como foi Luanda e Caxito, por necessidade pastoral, a Santa autoriza… para que cada pessoa tenha a possibilidade de acesso aos serviços espirituais da Igreja; serviços sociais das pessoas e tudo o que a Igreja faz.

NR – Durante a sua missão em Angola, certamente, visitou todas as dioceses ou pelo menos muitas delas. Que Igreja viu e como a considera quanto à prática cristã?
NA – A prática cristã é sempre um problema, que o ser humano cristão possa viver o que crê. Isto é a luta que acho que cada cristão faz; encontramos muitos obstáculos como no que concerne à cultura nossa perante a invasão dos nossos territórios em todos os países. Acho que em Angola há muitos esforços para que os cristãos possam verdadeiramente viver segundo o nosso credo. Como digo, não é fácil, mas também não é impossível. Aqui, por exemplo, segundo também as mensagens do Concílio Vaticano II, estamos a evangelizar a cultura e as coisas da cultura que não vão segundo o Evangelho de Cristo têm que ser evitadas. Por isso, tem que se evangelizar a cultura. Temos o problema da feitiçaria como sabemos, mentalidade um bocadinho menos cristã, no que concerne à vida familiar e matrimonial. Temos também coisas modernas, aumenta a tendência de muitos deixarem a religião ou de pensarem que cada grupo e cada culto é igual ao outro, assim esquecendo o facto de que o cristianismo tem o único salvador, Cristo, que não é igual a cada um que funda uma religião. E tudo isto também conta com o relativismo da vida quotidiana. Tudo isto tem que ser muito bem estudado para que a Igreja possa ajudar todos a abrir os olhos e seguir o Evangelho autenticamente como Cristo desejou.

NR – Em Julho de 2014, visitou a Diocese de Benguela e os cristãos aqui sentiram enorme satisfação e alegria de o receber, acolher a sua mensagem e ouvir os seus ensinamentos. Agora parte para uma nova missão, qual é a mensagem que deixa aos cristãos de Benguela e aos seus pastores?
NA – Naturalmente, um agradecimento profundo a tudo aquilo que se faz e se fez no passado, favorecendo o desenvolvimento da fé. E agradecendo não posso esconder a minha admiração de como, embora todos os obstáculos contra a fé em Cristo e contra a Igreja, mas o povo continua a viver e se esforçar a uma prática autêntica da própria fé em Cristo. Não posso esquecer o calor e a sua adesão à Igreja Católica, à pessoa do Santo Padre, tudo o que se manifestou durante a minha visita a esta porção do povo de Deus. Os nossos encontros com todos os sacerdotes, religiosas, leigos, catequistas, responsáveis dos movimentos, jovens e crianças foi uma coisa maravilhosa. Não posso esquecer as nossas missões em Benguela, Lobito, os encontros na Catumbela, nas duas paróquias, e todas as partes da diocese.
Como disse antes, acho que agora é o momento de aprofundar esta fé, vive-la sempre procurando a plenitude da promessa de Cristo que é a nossa Palavra.

NR – Angola foi a sua primeira missão diplomática como Núncio, missão essa que agora termina. Como foi esta experiência e o quê que espera encontrar em Honduras?
NA – Aqui encontrei e deixo uma Igreja que está a se desenvolver, uma evangelização que podemos considerar de aprofundamento e fortalecer esta adesão dos cristãos à Palavra e ao evangelho de Cristo.
Vou a Honduras onde também farei o mesmo trabalho. Neste sentido, considero que os anos de evangelização em Angola e naquela zona da América Latina, embora não seja o mesmo, mas não está muito longe. Então, encontramos em todas estas zonas, nos dois países, uma Igreja antiga e ao mesmo tempo nova. É assim que temos que “combater” todos os obstáculos que a Igreja enfrentou durante a primeira obra da evangelização e como também durante a segunda evangelização. Neste sentido acho que Angola e Honduras estão próximos. Ao mesmo tempo, podemos dizer que em Angola temos uma população maior e o território também é maior. Isto, por um lado, complica e dá um bocado de diferença na transmissão da mensagem evangélica. Por exemplo, o papel dos catequistas acho que aqui é maior e mais dignificante. O país para onde vou é um território relativamente pequeno. Há estas diferenças também geográficas, mas no fundo é quase a mesma coisa, é o mesmo terreno, e assim vamos caminhando; como pastores temos que ter o método melhor. Oxalá que depois de ter uma experiência em Honduras, poderei responder a esta pergunta melhor.

NR – Muito obrigado, Sr. Núncio Apostólico, por estas palavras e que Deus abençoe esta nova missão.

NA – Agradeço os vossos serviços e a todos os fiéis da Diocese de Benguela, à Igreja toda de Angola…e que todos continuem a praticar a fé. Que o Senhor continue a abençoar cada um de vós para o maior empenho e para obter maiores frutos da evangelização. 
Muito obrigado.

Juventude Católica celebra Páscoa juvenil 

Os jovens de toda a Diocese de Benguela celebraram a Páscoa Jovem neste segundo domingo do tempo pascal, 12 de Abril de 2015. A missa solene aconteceu no pavilhão multiusos em Benguela e foi presidida pelo padre José Adriano Ukwatchali, estando também vários sacerdotes a concelebrar.
A alegria de Cristo ressuscitado juntou centenas de jovens provenientes de todas as paróquias para proclamar «Cristo vivo» numa espressão de fé e seguimento.
O presidente da celebração identificou Jesus como «o eterno jovem» sempre presente na vida e na história de quem segue os seus ensinamentos.

Morreu Arcebispo emérito de Malanje 

A notícia foi avançada pelo site da Rádio Eclésia esta tarde de Sexta-feira Santa, dia 3 de Abril em Luanda. Dom Luiz Maria Onraita, primeiro Arcebispo de Malanje, morreu neste dia em que os cristãos celebram a paixão e morte de Cristo. Depois de 47 dias doente e com um AVC que sofreu, Dom Lauíz Maria morreu na Clínica Girassol, em Luanda, aos 82 anos de idade, tendo nascido no País Basco, em Espanha, em 1933.
Dom Luíz Maria viveu em trabalhou em Angola há mais de 52 anos, como missionário apaixonado pela África. Numa entrevista que o próprio concedeu ao Jornal Voz da Verdade, explicava os motivos da sua missão assim: "as três Dioceses Bascas tinham um compromisso missionário no Equador. Em 1959, decidiram iniciar uma presença missionária em Angola. E, Deus lá sabe porquê, escolhi Angola". O então neo-sacerdote acabou por vir a Angola para começar uma missão em que ele próprio afirma que "a minha vida sacerdotal é toda angolana".
Dom Luíz Maria foi ordenado Bispo de Malanje em 1996, e em 2011, com a elevação da Diocese para Arquidiocese, tornou-se o primeiro Arcebispo, tendo tomado posse no mesmo ano. Resignou um ano depois (2012) sendo sucedido no cargo por Dom Benedito Roberto.
Que a sua alma descanse em paz.

A Páscoa em Benguela 

As celebrações pascais em Benguela marcam o tríduo pascal vivido a partir de Quinta-feira Santa, dia do Sacerdócio. O Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso escolheu, desta vez, as paróquias da Santa Cruz do Lobito para celebrar a Ceia do Senhor, na noite de Quinta-feira Santa; e de São João do Cassoco, onde celebrou a Paixão do Senhor, na Sexta-feira Santa (ver foto). 
A seguir à liturgia da Paixão, Dom Eugénio presidiu ao fim da Tarde da Sexta-feira Santa a tradicional Via Sacra de rua. A procissão, como é já habitual, partiu da Igreja paroquial de Nossa do Pópulo à Sé Catedral, passando pelas principais ruas do centro da Cidade de Benguela. Na Sé, o Bispo deu a bênção a centenas de fiéis participantes, mas também estensiva a toda a Cidade.
Dom Eugénio lembrou os cristãos o sentido da paixão de Cristo que "por amor assumiu os nossos pecados" até à morte de cruz. O sentido do "amor deve marcar a vida do cristão", apelou.
As celebrações pascais continuam a ser vividas em todas as paróquias e todo o mundo católico. No Sábado Santo, o Bispo preside à Vigília Pascal na Sé Catedral; e no Domingo de Páscoa celebra a solenidade da ressurreição do Senhor no Centro do Niñgi-Niñgi, pertencente à Missão do Bambi, no Caimbambo.
A Páscoa é a maior celebração do ano na Igreja Católica, pois é o acontecimento de fé, mistério da nossa salvação operada por Jesus Cristo morto e ressuscitado. Com Cristo também nós ressuscitamos para uma vida nova e cantamos ALELUIA.

FELIZ PÁSCOA

Domingo de Ramos: cristãos iniciam celebrações pascais 

A Igreja celebrou a liturgia de Ramos neste domingo que marca o início da Semana Santa e das celebrações pascais de 2015. 
O Bispo da Diocese, Dom Eugénio Dal Corso presidu à solenidade do Domingo de Ramos na Estação Missionária do Golf afecta à Paróquia de São Pedro do Liro, no Município do Lobito. Em todas paróquias de Benguela assinalaram as aclamações litúrgica que celebram a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém. A liturgia de Ramos abre para a vivência espiritual da Páscoa de Jesus, a Semana maior do ano litúrgico e culmina com a solenidade da Páscoa da ressurreição. Com a narração da paíxão do Senhor, os cristão invocam a memória presente do processo da condenação, paixão e morte de Cristo.
Nesta caminhada pascal, a Diocese de Benguela deseja a todos uma Santa Páscoa de ressurreição.

This page is powered by Blogger. Isn't yours?

DIOCESE DE BENGUELA